quinta-feira, janeiro 19, 2006

Boa Vista, Roraima

Contabilidade atual da viagem: dez horas nos confortabilíssimos vôos da Gol. Cerca de cinco barrinhas de cereais - nunca desejei tanto um pão com manteiga. Mochilas pesadas demais, um centímetro a menos na altura de cada uma de nós.
Chegamos a Boa Vista quase meia noite no horário local, duas horas a menos do que o horário de Brasília. Hospedagem na Pousada Lua Nova, um estaleiro sujinho e assustador logo de início, mas com um staff simples e muito simpático. A cidade espanta pela falta de gente, ruas vazias, pacatas, silenciosas.
Ainda sem hospedagem em Caracas. Os planos de atravessar hoje a fronteira devem ser adiados para amanhã, na esperança de conseguir um espaço junto a um grupo de mochileiros de Florianópolis que chega hoje ao hotel que estamos.

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