Não o conheço
Mas suas mãos se apresentaram às minhas
E eu não soube evitar o conforto
Destruindo cada camada da minha casca dura
de mulher independente, consequente,
Carente em desestrutura
Quando a gravidade de minh’alma
Dita por suas mãos tão grandes,
Fez cair pedaços de mim sobre mesa de bar
E eu, crua e nua,
Despida de mim na frente de todos
Escondia-me dentro de um gole de gin.
Tão péssima quando eu mesma!
E você chamaria isso de único?
Você, uma escola,
de percepção, aproximação,
Se diria sem lugar em lugar nenhum,
Enquanto suas mãos encontrariam abrigo
E o peso de suas pernas descansaria comigo
Além da linha que eu impus entre mim e qualquer um
sábado, maio 02, 2009
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7 comentários:
a volta ao romance universitário...
viu eu não sacaneei ainda.
Hehehe... Na verdade, sacanear não é seu forte, Leo. Você sempre me diverte mais do que me chateia tentando pegar no meu pé por meus romances (imaginários ou não) ou por meus escritos. :)
Beijo, mocinho!
Farei um bolão: " quem é essa pessoa misteriosa que tem o poder de despir mulheres independentes em mesa de bar?" . Bom, o bar já sabemos qual é ... eu acho! =D
Vai apostar minha vida na roleta russa tb, Pequena?
Hehe...
Que mania! rs
E essa do Bar? E se eu te disser que pensava no Abertura quando escrevi isso? Ahuahauhauhau...
Beijos, adoro vocês.
Sei exatamente o que é esse conto...a vivência e convivência às vezes desfazem qualquer segredo ou mistério...*risos*
(Muito bom, Sofia!)
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