Já tentei desistir, mas me recuso toda vez, ser teimoso que sou. Tem essa persistência idiota que me mantém de pé, é tudo culpa dela. Odeio, às vezes odeio profundamente esse meu otimismo burro. Sem ele, não haveria espaço para as expectativas e a vida poderia ser sempre nula e calma - os medos adormecidos não pinicam possibilidades. Se pudesse escolher, juro que faria a opção de não ser assim tão otimista com tudo. Veria, com os dois olhos bem abertos eu teria ou só o preto ou só o branco, sem chance de transitar pelos dois e acabar de frente outra vez com o meu cinza cotidiano.
Parece tão mais simples abrir mão das vontades, buscar apenas o óbvio, entender o superficial das mensagens e ficar contente com isso. Por fim eu poderia aquietar-me, ai como poderia anular-me e lamentar as possibilidades numa barra grande de chocolate ao leite sem marca mesmo.
segunda-feira, dezembro 24, 2007
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)


2 comentários:
Faça isso, e talvez você seja feliz como os pacientes com morte cerebral. Ou siga-nos encantando.
Do fã não tão anônimo, Adilson.
isso de morte cerebral, vez ou outra, não seria uma má idéia...certo?
brincadeira. mas, dormir quatro dias seguidos ou fingir que está invisível pode, né, nem é pecado. hehe
Enviar um comentário