Três unhas de cada mão, um recorde. Parte das fotografias que desejava organizar agora tem seus devidos títulos. Os cds, todos encontrados, os novos, os antigos que nem memória mais. A minha quase organização das coisas feitas pelas metades que mantêm meus dias na confortável penumbra da não-conclusão. Sempre há o que ser feito antes de escolher ou terminar - o que quer que seja.
O restante das fotografias, protagonistas desta penumbra por vezes, enfeitam-se agora dos resquícios da cor vermelha que devia marcar as outras quatro unhas. Os cds encontrados logo se escondem e já é de novo minha hora de parar.
Ordem, aqui o que é falta é ordem nas idéias e atitudes.
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